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Bloqueio começa nesta segunda-feira e segue até 24 de maio.
Transporte coletivo também terá alterações em função da reforma.
A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) de Santos, no litoral de São Paulo, vai bloquear o pontilhão da avenida Floriano Peixoto com o canal 2 para obras de restauração, a partir desta segunda-feira (8). O tráfego será interditado na ponte, assim como na conversão à esquerda dos veículos provenientes do canal 2 (Centro/praia) com destino à Floriano Peixoto. As intervenções seguem até 24 de maio.
Os motoristas devem evitar a circulação pelo bairro do Gonzaga, e os que estiverem nos bairros José Menino ou Pompéia devem utilizar as avenidas Francisco Glicério e Ana Costa para o acesso ao centro comercial do bairro. A Rua República Argentina (entre ruas Paraíba e Pernambuco) e Rua Pernambuco (entre República Argentina e Euclides da Cunha) receberão sinalização de proibição de estacionamento durante essa etapa das obras, a fim de absorver mais veículos. Também um semáforo será instalado no cruzamento das ruas Pernambuco com Euclides da Cunha.
Quem utiliza o transporte coletivo também deve ficar atento as mudanças que vão acontecer devido a obra. As linhas convencionais 40 e 53 e seletivas 204 e 206 percorrerão, a partir da Floriano Peixoto, o Canal 2 (Centro/praia), Av. Presidente Wilson (retorno), Canal 2 (praia/Centro) e Floriano Peixoto. A linha 54, que vem do Canal 2 (Centro/praia), seguirá pela Avenida. Presidente Wilson (retorno), Canal 2 (praia/Centro) e Floriano Peixoto.

Em média chegam 200 haitianos por dia no interior do Acre.
Governo está preocupado com capacidade de assistência aos imigrantes

Nos últimos 15 dias,  1,7 mil haitianos cruzaram as fronteira entre Bolívia e Brasil e estão alojados na cidade de Brasiléia (AC). Em média, chegam 200 haitianos por dia na cidade. Ao todo são 1.550 homens, 150 mulheres e duas crianças que estão hospedados provisoriamente no Clube Social Brasiléia, de acordo com informações são do governo do Acre.
O grande número de imigrações preocupa o governo estadual. Segundo o secretário de Segurança Pública, Ildor Reni Graebner, embora o governo do estado tenha o cuidado de garantir assistência ao povo haitiano, essa capacidade de apoio pode estar próxima do limite. "Brasiléia não está conseguindo comportar tantos imigrantes", disse.
Apesar da situação, ele garante que os imigrantes são pacíficos e o único problema foram alguns casos de embriaguez. Para evitar o problema, a Polícia Militar passou a fiscalizar os alojamentos à procura de bebidas. "Desde sexta-feira (5) a Polícia Militar começou a fazer visitas aos alojamentos duas vezes por dia para manter a ordem. Felizmente os haitianos são um povo pacífico e não causam muitos problemas", explica.
A Polícia Federal afirmou que vai reforçar o atendimento para regularizar a documentação a partir de domingo (7) , para que durante a semana sejam atendidos diariamente 100 haitianos. Atualmente, apenas 10 haitianos são atendidos todos os dias.
O governador Tião Viana reforçou a liberação de recursos para compra de mais água mineral, colchões e duas barracas grandes, com capacidade para abrigar até 200 pessoas. Uma comissão de secretários ligados à Segurança Pública, Direitos Humanos e da Assistência Social foram à cidade e entrou em contato com o comando do 4º Batalhão de Infantaria e Selva (4º BIS) em busca de tendas para  minimizar a superlotação  do acampamento.
Brasiléia tem 21.398 habitantes, de acordo com o Censo 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A imigração
O processo de imigração haitiana para o Brasil teve início pouco depois do terremoto, que há três anos matou mais de 250 mil pessoas e deixou 1,5 milhão de desabrigados. Por causa das condições precárias dos acampamentos, uma epidemia de cólera obrigou parte da população a buscar refúgio no Brasil.

PEÇA SUA SENHA


Há cerca de um mês eu entrei no Banco Itaú para fazer um pagamento e, quando vi o tamanho da fila, pensei: 'Vou ficar horas aqui dentro'.
Foi quando me lembrei da lei que entrou em vigor na capital paulista (e no Brasil), que regula o tempo máximo de espera em fila bancária. Salvo engano, são 20 (vinte) minutos em dias normais, e 30 (trinta) em dias de pagamento de pensionistas do INSS.
Assim sendo, solicitei a um funcionário a senha com o horário de entrada na fila, pois se o tempo excedesse, eu encaminharia o papelucho para a prefeitura multar o banco.
Entrei na fila, e notei que de repente aquele som que sinaliza caixa desocupado, começou a tocar com maior freqüência, e a fila foi diminuindo rapidamente.
Quando cheguei ao caixa, ele solicitou a senha para autenticar, e eu fiquei intrigado. No meio de tantos clientes, como ele sabia que a senha estava comigo?
Examinei então os dois horários, entrada e saída e constatei que foram 17 minutos de fila. Eu esperava ficar mais de uma hora.
Percebi que quando eu pedi a senha, o gerente colocou mais caixas e o atendimento fluiu rapidamente.
Hoje, fui novamente ao mesmo banco e dei de cara com a mesma fila imensa. Não tive dúvida. Procurei um funcionário e pedi a senha. Ele, fazendo cara de bobo, perguntou:
- Que senha? Não tem senha. Entre na fila.
Eu insisti.
Ele disse que não sabia de senha alguma...
Procurei os caixas e notei uma plaquetinha discreta que dizia: 'Se necessitar senha, solicite ao caixa'.
Pedi a senha ao caixa, e ele fez outra cara de bobo e disse:
- Que senha?
Parece que os funcionários já estão treinados a não fornecer a senha.
Então eu exigi:
- A senha que diz o horário que eu entrei na fila. É lei...
O caixa meio contra vontade forneceu a senha e eu entrei na fila.
No início continuou lenta, quase não andava.
De repente, o mesmo fenômeno, começou o som que não parava mais, e a fila foi rapidamente diminuindo.
Quando cheguei ao caixa, desta vez não foi surpresa, ele pediu a senha pra autenticar, e após a autenticação, ele se virou para uma senhora que circulava por trás dos caixas, com cara de gerentona, e em resposta à pergunta dela de...'E aí? Tudo bem?'
O caixa respondeu:
- BELEZA.
Fui atendido em 14 (quatorze) minutos.
E a gerentona então deu um sinal que eu entendi que seria para alguns dos caixas voltarem para os locais de onde foram retirados para atender ao público.
MORAL DA HISTÓRIA - Existe sim um número de funcionários nos bancos, suficiente para atender dignamente o público, porém eles são desviados para outras funções mais lucrativas, tais como vender seguro por telefone, enquanto os idiotas dos clientes ficam na fila.
Eu não fico mais.
Cada vez que entrar em um banco, exija sua senha com o horário. Vamos lutar por esse direito obtido.
Não sejamos bobos...
É só a gente divulgar e insistir para a lei ser cumprida.
AFINAL ELES NÃO NOS POUPAM, cobram Encargos, Tarifas, Cestas, Taxas, todas abusivas tornando os Banqueiros os homens mais ricos do Planeta.
Se gostou, NÃO se esqueça de repassar a seus contatos!!!!
Poste o seu protesto no site >> http://www.protesteaquioficial.com.br/faca-seu-protesto/.
Nós vamos avaliá-lo e publicá-lo na página principal do site, dessa forma todos poderão vê-lo.